quarta-feira, 27 de março de 2013

Quando eu não estiver por perto, canta aquela música que a gente ria.
Oswaldo Montenegro  
Posso te confessar uma coisa? Eu sinto sua falta. Mesmo sendo minha opção te tirar da minha vida, e tentar te esquecer. Você me faz muita falta. Apesar de tudo, eu queria que você estivesse aqui comigo.
O que se faz quando envenenado por,
Um amor misturado com um ódio que
Faz sentir desde o prazer intenso,
Até o espasmo da morte
A intolerância de ser acostumado
A viver intensamente apaixonado
Lhe reserva o coração
Predestinado a sangrar
Em um quarto vazio e frio...
 {...}
Até parar de bater
Por alguém que não te quer
{...}
 Portas fechadas escondem pensamentos cegos
Que podem levar,
À loucura em um minuto
Basta fechar os olhos e o normal
Se transforma em absurdo
Paixão é droga é talvez
Um vírus contagioso através do olhar
E viciante pelo gosto mentiroso, e efeito alucinógeno
Que afeta a consciência,
E o coração.
{...}
Você já teve a sensação de se sentar e começar a imaginar qual o sentido que existe em tudo isso? Se a vida é sempre assim, ou se há algo maior lá fora? Ou se você estava destinado a ter algo melhor?
Nicholas Sparks

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ele tem um cheiro delicioso. E eu não me refiro ao perfume que ele usa - não que esse também não seja bom. Ele tem um jeito lindo de sorrir, mas é lindo demais. Primeiro o sorriso surge tímido, no canto esquerdo de seus lábios, como quem não quer nada. E depois, vai aumentando e seus dentes alinhadinhos vão aparecendo bem devagar… Feito uma janela sendo aberta de manhã. Acho que essa comparação faz todo o sentindo, é como se eu visse um segundo sol quando ele deixa aquele sorriso todo aparecer. Ele tem aquele andar engraçado, todo cheio de segurança. Mesmo que esteja morrendo de medo, de frio ou sei lá; ele nunca deixa transparecer o que sente. Essa é uma das coisas que eu mais admiro nele, a frieza com que age. O jeitão meio duro, aquele que não tá nem aí pra nada. Aquela carinha irresistivel que você só pensa em morder, morder e morder. Ele não é alto, também não é meio metro. Tem a altura perfeita: um pouco maior que eu. Assim, fica aquele ar de meiguice quando eu estou na pontinha do pé e ele me levanta, brincando comigo e me chamando de fofinha. Ele é seguro, corajoso e é a pessoa mais amada que eu conheço. Às vezes é meio ignorante, mas irresistivel ao mesmo tempo. E eu adoro aquele olhar que ele faz de preocupação quando acha que cometeu um erro. Ele tem as melhores mãos do mundo: quentinhas e que se encaixam perfeitamente em minha cintura. Também tem os olhos mais lindos, e eu não me refiro ao um olho azul ou verde, e sim um castanho bem escuro, cheio de mistérios e segredos que ele não conta nem pra si mesmo. Adoro quase tudo nele, o que não adoro, eu amo. Adoro desde os dedinhos do pé, fininhos e grandes, até os cabelos; escuros e bons de puxar. Mas a minha parte favorita é sua personalidade. Adoro o seu jeito e principalmente o seu amor por mim. Te amo muito muito, 11 meses.