quarta-feira, 23 de março de 2011

Não nascemos da mesma mãe e não somos filhos do mesmo pai.
Crescemos juntos, se tornamos irmãos de alma. Já não vivo sem e quero o bem dele.
Tenho medo de perde-lo. Esse medo  é tão intenso quanto o medo de perder a minha irmã.
Sei que um dia é inevitável e então tomaremos caminhos diferentes, mas torço que lá na frente possamos nos reencontrar e falar sobre as lembranças que ficaram da nossa eterna juventude.
Amigos para sempre é o que nos iremos ser, na primeira ou em qualquer das estações, hoje ou amanhã. Agora e sempre, amigos para sempre

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